13 de outubro de 2009

Pagar IRS quando não se tem rendimento nem fundo de desemprego..

Também me foram ao bolso - E DE QUE MANEIRA!
Doeu-me muito ter que dar de bandeja dinheirinho que me custou a suar e numa altura em que mais falta me faz. Aquilo que eu fiz faz-me lembrar aquela cena do filme Pulp Fiction, em que o pretalhão enorme é enrabado por um polícia numa cave de uma loja e depois é salvo da humilhação pelo seu rival, Bruce Willis.
(No meu caso, bem posso esperar prostrada pelo Bruce que deve é estar enrolado com a Maria de Medeiros...)

Mas não fui a única a levar com o gatuno do Estado. A Isa também não se conteve e ela, sim, soube traduzir em palavras o estado de alma que uma fodilhice destas nos deixa... Faço meu o erudito e pertinente discurso dela:
Para além de não ter recebido o habitual reembolso de impostos, ainda pago, sendo esse doloroso valor superior ao que sempre tenho beneficiado! Socialistas??!? Não entendo. Roubam à classe média baixa para dar a quem? Não vejo os pobres sentirem-se mais ricos. Ai, coisa e tal, porque fez menos retenções na fonte, houve alteração a essas taxas... Ai é? Não vi diferença nos meus recibos de vencimento. Posso pagar porque ganho (1 pouco) acima dos mil euros? Não me lembro de poder descontar o balúrdio que tenho gasto em portagens, rendas e combustível na minha declaração de IRS... Sou solteira, tenho de pagar por não estar amantizada nem por ter prole? Ah, tá.
E ontem ainda ganharam muitos dos maiores gatunos (de todas as cores) que já andam há mais de uma década a amealhar pó seu espólio pessoal. Socialismo? P* que os pariu a todos, gatunos de m*. (Sim, tou f*. Não, não me apetece fumar um cigarrinho)

Até a mim, que não suporto o cheiro nem o sabor na boca, nas mãos ou na roupa, fico mortinha por um...

2 comentários:

Isandes disse...

tu eras o pretalhão?... lol

Flá disse...

e não somos todos neste caso? :D